Archive for Atendimento e Publicidade

Rhavine Chrispim na Imagina!

A Imagina passa a contar com o talento de Rhavine Chrispim em seu Atendimento e Produção.

Rhavine é também atriz, atuando desde 2003 em peças teatrais, novelas, séries para TV e campanhas publicitárias.

Curiosa, hiperativa, sempre se interessou em saber como funcionava por de trás das cortinas e das câmeras. Sendo assim, em 2009 começou a produzir peças teatrais, como ‘Mulheres de Caio’, produzir eventos, como as 12 edições de ‘Caio na Rampa’, clipes para Som Livre, como ‘ Ultra Leve’ de João Bosco e ‘As curvas da Estrada de Santos’ com interpretação de Laila Garin e a Roda.

No cinema produziu curtas, como ‘Realidade Frenética, longas como o documentário ‘Vanja ao arrepio do tempo’ e ‘Resistir para recomeçar’. Em publicidade  campanhas publicitárias para Skol e Barra Shopping. Na Imagina Rhavine irá reorganizar o Atendimento e a Produção, visitando agências e clientes para se apresentar e exibir o variado portfólio da Produtora. 

A Imagina é uma das mais experientes produtoras do Rio de Janeiro, tendo realizado centenas de comerciais, efeitos, animações e filmes institucionais desde o ano de 2000. Sem nunca parar, a Imagina mais uma vez de reorganiza e se prepara para atender um mercado que também não pára de se reinventar.

 

Arqueologia da Imagina – Demo 2004

Hoje, em uma pesquisa para um job aqui na Produtora, tive que mergulhar nos arquivos do Youtube e lá estão fitas demo da Imagina desde de 2004. Antes o portfólio era mostrado em VHS e CDROM, acho que a de 2004 é a primeira que temos no Youtube. Bem, para vcs terem uma idéia, o Youtube só foi fundado em 2005! Deixo aqui como curiosidade.

Tem créditos, mas não deixo de agradecer ao Greco, Kaddé e Karina. Tinha muito mais trabalho do que hoje!!!!!

Semana que vem coloco as outras que cavamos lá.

Imagina no Rio2C 2019

A Imagina esteve presente no Rio2C. Vi várias palestras, encontrei muitos profissionais, foi um sucesso!

 

IMAGINA NEWS 2019/1

Desde o final de 2018 a Imagina está operando em conjunto com o meu novo negócio, o Digital Brain Lab. Estou me dividindo entre a Barra da Tijuca e o Flamengo, por enquanto. A tendência é a de que no futuro as operações se misturem em um só endereço.

A Digital Brain foi criada para o trabalho de LAB digital, mais técnico, que é o Ingest, Storage, Backup em LTO, Conform, Down Converting, DCP, Edição e outros, e se integra com a Imagina, a Cinerama Brasilis, a Butterflies in the Stomach (site em desenvolvimento), que são as produtoras de meus sócios e amigos. Juntos estamos nos completando e é ótimo para os nossos clientes.

A quantidade de talento e equipamento que juntamos é impressionante.

Em Novembro e Dezembro passados fizemos um Filme Institucional para a BR Distribuidora, com 4 diárias, ficou bem legal. Produção da Cinerama Brasilis e Finalização da Digital Brain Lab. Eu e o Mário Nakamura fizemos o Roteiro, Direção, Montagem e Efeitos.

Depois juntos já nos jogamos na produção de uma campanha para a Adria e Grey Brasil, com a Produção da Cinerama Brasilis, só que este eu não dirigi, apenas finalizei e fiz o VFX. Se tiverem tempo cliquem em: http://www.clubedecriacao.com.br/ultimas/detalhes-que-alimentam-a-vida/?fbclid=IwAR3Big5pySxLwk5IspFC_elvKpRCfYv4l10PAd-xC29UKgKIS38pLo9C6l8

A Imagina fez animações para a Natura e Agência África SP e durante os últimos 3 meses estávamos envolvidos na realização do curta metragem do Diretor Marcelo Giannini, Fotografias, que estreou na segunda dia 29, quando fizemos uma exibição na Cinemateca do MAM. Neste trabalho a estreante Butterflies in the Stomach fez a Produção e Direção, com a Digital Brain Lab fazendo a finalização, DCP e VFX.

Para a Azul Linhas Aéreas a Imagina fez um filme promocional.

Na virada do ano, juntos trabalhamos para o evento Projeta Rio, que fez projeções mapeadas no Cristo Redentor.

Também gravamos o show especial de aniversário do Wagner Tiso, com extras também especiais, e isso se transformará em um especial para o Canal Brasil.

Vejam acima algumas imagens dos jobs que citei.

Obrigado sempre pelo carinho e atenção que você sempre nos dedicou e estamos aí, para trabalhar. O ano de 2019 será grande para todos nós! Vibremos positivamente.

Abraços e muito obrigado.
Mário Barreto

MATADOR, ADVANCE, FLINT

Então… continuando depois de uma pausa com muito trabalho, com os textos sobre a evolução cronológica dos softwares e equipamentos que usei até hoje.

A produtora perdeu dois sócios, Sérgio Fiúza que foi para a Globosat e Alexandre Sadcovitz que foi para a TV Globo.  Continuamos eu e o Thomas Wilson e resolvemos dar o próximo passo que foi comprar Silicon Graphics, Betacam Digital e softwares high-end para rodas nestas máquinas.

Nós já frequentávamos NABs e Siggraphs, de onde voltávamos cheios de gás e com vontade de comprar tudo. Tudo não dava, mas o Thomas conseguiu um crédito e de uma tacada só investimos meio milhão de dólares para um pacote que incluia as máquinas, os softwares, os acessórios, a nova sala, a instalação e até uns anúncios no Meio&Mensagem. Mandamos bala!!!!

Para as máquinas de vídeo Sony convocamos Marcos Sarubbi e Padilha! Grande Padilha. E para os computadores e softwares compramos com o Flávio Bahia. Ah! Compramos também um Abekas Diskus, um DDR com incríveis 1 minutos de vídeo digital em SD… e que custou os olhos da cara. Este compramos com o Guilherme.

Fora a demora com a carta de crédito com com a CACEX, vocês não imaginam a burocracia que era nesta época, tudo estava indo bem até que rolou uma super greve em Campinas e parte dos equipamentos ficou no pátio, na chuva, em Viracopos por semanas. Este sempre foi o custo Brasil…

Parallax Matador Interface

Escolhemos comprar Parallax Matador e Advance. Vimos um demo na NAB e ficamos loucos com as capacidades dos softwares. O Matador era utilizado pela ILM e foi a primeira vez que vi um motion track funcionando. Era coisa do demônio. O demo era colocar um brinco na orelha de uma modelo, seguindo o furo da orelha e o resultado era de deixar babando. O Matador era muito capaz e completo, fazia absolutamente tudo e foi uma ferramenta incrível.

O Advance já veio um pouco cru, mas rapidamente evoluiu e virou a minha ferramenta de composição preferida até hoje. Ele trouxe ao mundo este esquema de editar em árvores e era uma delícia de usar. Tudo nele era mais fácil de usar do que no Flint/Flame/Inferno. Usei até não aguentar mais e vender as SGI. Tenho saudade dele e nenhum outro software, mesmo os parecidos, conseguiram ocupar o seu lugar no meu coração.

Advance – Media Illusion

Começaram rodando na Indigo 2 Extreme e depois passamos eles por Indy, O2 e Octanes. Deu confusão porque o representante brasileiro não passou o pagamento aos ingleses da Parallax e então o Flavio Longoni ficava tendo que trocar licenças todo mês. Um saco e injusto, pois todos sabiam que havíamos pago. O Flavio Bahia explicou que a greve acabou com o seu fluxo de caixa mas não adiantou. Sendo assim, ele ofereceu a troca de tudo por um Discreet Logic Flint, com dongle, sem esta coisa de licença expirar! Topamos e tivemos o primeiro Flint da AL, rodando lá na Torre do Rio Sul. Preço? 60K doláres. Eita!

Perdendo o cliente a Parallax fez uma oferta imbatível para ficarmos com o Matador e Illusion operando e compramos outra Silicon para eles. Ainda bem, eu sempre gostei mais deles do que do Flint. Quem nos suportava no Flint/SGI? Carlos Tibúrcio, Mônica, Francisco Lima, Geraldo, Sônia Barbosa.

O problema é que a Discreeet era uma powerhouse perto da Parallax. O Flint era mais caro, exigia uma máquina mais cara mas  rodava muito redondo. O softwares da Parallax eram menos exigentes e acabavam dando mais pau. Tinham muito mais engenheiros trabalhando no Flint do que no Advance de modo que ele era menos sólido. Venderam tudo para a Avid, que renomeou o Advance para Avid Media illusion.

Deste conhecimento nasceram o Shake, o Combustion, o Avid XSI

O Thomas tem ainda o Flint e eu talvez consiga colocar ele para rodar ainda, se a Indigo ligar.

Muitos profissionais trabalharam comigo nestas máquinas, Ute Volmman, Daniella Amaral, Paulo Galvão, Líbero Saporetti, Levi Luz e outros. Ganhamos muitos prêmios, até internacionais.

Neste início a edição digital não era tão integrada com a composição digital, simplesmente porque as máquinas não tinham muitos minutos em real time.

E para ter algum realtime tínhamos que montar Arrays em SCSI3 e só quem passou pelo terror destes cabos e conectores sabe a meleca que isso é. E colocar SGI Galileo em genlock, outra batalha que vencemos.

Vejam um demo da época:

Uma época muito boa, com muitos trabalhos. No atendimento da produtora nesta época tivemos Mosana Marins, Mario Nakamura e finalmente a Karina Rei que hoje é minha sócia aqui na Imagina. Nestes áureos tempos a produtora chegou a ter mais de 30 funcionários e fazíamos uma média de 12 jobs por mês. Bem pagos jobs por mês. É, era uma beleza.

to be continued…
Mário Barreto